Conheça as doenças que as podem passar para seu bebê durante o parto e como evitar a transmissão
No Rio de Janeiro, no início do ano de 2008, um novo caso de transmissão do vírus da dengue alertou os médicos. Um recém-nascido com apenas 5 dias de vida apresentou manchas avermelhadas pelo corpo e febre alta, sintomas do mal. Logo depois foi confirmado que a menina contraiu a doença da mãe, possivelmente no contato com o canal do parto. Conheça agora outros males que podem ser transmitidos na hora do parto, ou até mesmo antes.
Sífilis
Pode causar prematuridade, baixo peso no nascimento, icterícia, surdez, dificuldade de aprendizado, entre outros. "A transmissão da sífilis pode também lesionar os pulmões, o fígado e os ossos da criança, além de aumentar as chances de abortamento e óbito", afirma o ginecologista e obstetra Arnaldo Cambiaghi, especialista em reprodução humana e cirurgia endoscópica.
Prevenção: Ao ser diagnosticada precocemente, a administração é mais simples. A sífilis é tratada com penicilina e os médicos fazem um teste sorológico antes do parto. A cesárea também é um método recomendado para evitar o contágio.
Gonorréia e clamídia
No caso da gonorréia, a criança pode desenvolver a conjuntivite gonocócica. "As maternidades oferecem um tratamento preventivo com o uso de um colírio feito à base de nitrato de prata ou de eritromicina", explica a obstetra Lilian Shu. Quando a mãe tem clamídia, o filho pode nascer com baixo peso, conjuntivite clamidiana, pneunomia e otite média.
Prevenção: A grávida deve fazer os testes para identificação de DSTs durante toda a gestação, como na maioria dos outros casos. O diagnóstico ajuda no tratamento da futura mãe, pois ambas podem causar prematuridade ou dificuldades no parto. A cesárea é recomendada.
Citomegalovírus (CMV)
A transmissão é a principal causa de retardo mental nas crianças. "A doença pode causar hidrocefalia, perda auditiva, dificuldade no aprendizado e problemas no fígado", diz Camila Cambiaghi.
Prevenção: A transmissão no parto ocorre em 30% a 40% das gestantes com infecção aguda na gravidez e muitas não sabem que estão contaminadas. "A maioria das infecções maternas são assintomática então propomos triagens no pré-natal para elas. Mas a ausência de tratamento disponível para o CMV torna isso questionável", aponta a obstetra Lilian Shu.
HPV
Os tipos 6 e 11 do mal podem causar o papiloma laríngeo, lesão que atinge as cordas vocais do recém-nascido. "No momento do parto, o bebê pode engolir o líquido amniótico, que contém o HPV, e desenvolver a lesão", explica Lilian Shu. Além disso, o bebê pode apresentar verrugas na genitália.
Prevenção: As lesões provocadas pelo HPV podem aumentar de tamanho e quantidade por causa dos hormônios da gravidez, o que dificulta o tratamento. Caso as feridas obstruam o canal do parto, a cesárea é aconselhável.
Hepatite B e C
A vacina contra a hepatite B e imunoglobulina, dada nas primeiras 12 horas após o nascimento, pode reduzir as chances de 90% para 5% de desenvolvimento da hepatite B crônica. "Além da infecção crônica, o bebê pode adquirir cirrose hepática ou até desenvolver câncer hepático quando infectado", diz a ginecologista e obstetra Camila Cambiaghi, do IPGO - Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia. No caso do tipo C, não há vacina e os efeitos serão os mesmos do tipo B.
Prevenção: A hepatite B pode se transformar de aguda (que pode ser curada em até 6 meses) em crônica no recém-nascido. Para detectar a do tipo C, os médicos realizam uma triagem, indicada para pacientes de grupos de risco (HIV positivas, com DSTs ou portadoras da doença).
Aids
Quando infectada, a criança será portadora do vírus para o resto da vida. "Cerca de 65% dos casos de contaminação ocorrem durante o trabalho de parto e o bebê não apresenta sinais de infecção", diz a ginecologista e obstetra Lilian Shu, do Hospital e Maternidade Neomater (SP).
Prevenção: Para que o vírus não seja transmitido, a mãe deve fazer um pré-natal rigoroso, tomar medicamentos anti-retrovirais e fazer o controle da carga viral (a quantidade de vírus no organismo). Além disso, após 38 semanas os médicos aconselham a realização da cesárea, sempre preocupados em controlar o sangramento, e recomendam a substituição do aleitamento materno.
Fonte: - http://meunene.uol.com.br/
Postagem origial por: Ângela Miguel
quarta-feira, 12 de maio de 2010
A Alimentação saudável é a alimentação ou nutrição de comer bem e de forma equilibrada para que os adultos mantenham o peso ideal e as crianças se desenvolvam bem e intelectualmente, dependendo do hábito alimentar.
Adicionalmente, a alimentação saudável envolve a escolha de alimentos não somente para manter o peso ideal, mas também para garantir uma saúde plena. As dietas são rotinas alimentares que buscam atingir um determinado objetivo, e nem sempre vão ao encontro de conceito de alimentação saudável. Por exemplo, dietas restritivas, como a dieta do dr. Atkins, não preenche os critérios de alimentação saudável, visto que aumenta os riscos de câncer de intestino e doenças cardiovasculares.
As orientações das pirâmides alimentares, que são esquemas gráficos que distribuem os vários tipos de alimento e as quantidades em que cada um deve ser ingerido nas refeições diárias, podem ajudar em alcançar uma alimentação saudável e evitar disfunções alimentares.
Complementação ou suplementação de vitaminas podem ser necessárias para que uma dieta seja realmente saudável, segundo estudos e consensos de especialistas.
A roda dos Alimentos tem 7 grupos de alimentos com dimensões diferentes, representando a proporção do peso que, cada um deles, devia ter na nossa alimentação diária.
Muitos alimentos são utilizados na prevenção de doenças específicas ou para melhorar aspectos da saúde, sendo considerados alimentos funcionais.
Alimentação saudável é uma dieta composta de proteínas, carboidratos, gorduras, fibras, cálcio e outros minerais, como também rica em vitaminas. Para isto necessitamos de uma dieta variada, que tenha todos os tipos de alimentos, sem abusos e também sem exclusões.
Variar os tipos de cereais, de carnes, de verduras, legumes e frutas, alternando as cores dos alimentos. As vitaminas e minerais é que dão as diversas colorações aos alimentos.
As Proteínas são compostos,de alto peso molecular compostos orgânicos de estrutura complexa e massa molecular elevada (de
A gordura é um termo genérico para uma classe de lipídios.
As gorduras ou graxas, produzidas por processos orgânicos tanto por vegetais como por animais, consistem de um grande grupo de compostos geralmente solúveis em solventes orgânicos e insolúveis em água. Sua insolubilidade na água deve-se à sua estrutura molecular, caracterizada por longas cadeias carbônicas. Por ter menor densidade, esta flutua quando misturada em água. As gorduras têm sua cadeia "quebrada" no organismo pela ação de uma enzima chamada lipase, produzida pelo pâncreas.
Quimicamente as gorduras são sintetizadas pela união de três ácidos graxos a uma molécula de glicerol, formando um triéster. Elas são chamadas de triglicerídeos, triglicerídes ou mais corretamente de triacilgliceróis. As gorduras podem ser sólidas ou líquidas em temperatura ambiente, dependendo de sua estrutura e de sua composição. Usualmente o termo "gordura" se refere aos triglicerídeos em seu estado sólido, enquanto que o termo óleo, ao triglicerídeos no estado líquido.
As gorduras podem ser diferenciadas em gordura saturada e gordura insaturada, dependendo da sua estrutura química (veja abaixo). As gorduras saturadas são encontradas normalmente nos animais, no coco e no óleo de palma, enquanto as insaturadas nos demais vegetais.
O cálcio é um elemento químico, símbolo Ca, de número atômico 20 (20 prótons e 20 elétrons) e massa atómica 40 u.
É um metal da família dos alcalino-terrosos, pertencente ao grupo 2 da classificação periódica dos elementos químicos.
Foi isolado pela primeira vez em 1808, em uma forma impura, pelo químico inglês Humphry Davy mediante a eletrólise de uma amálgama de mercúrio (HgO) e cal (CaO).
Mineral é um corpo natural sólido e cristalino formado em resultado da interacção de processos físico-químicos em ambientes geológicos. Cada mineral é classificado e denominado não apenas com base na sua composição química, mas também na estrutura cristalina dos materiais que o compõem. Em resultado dessa distinção, materiais com a mesma composição química podem constituir minerais totalmente distintos em resultado de meras diferenças estruturais na forma como os seus átomos ou moléculas se arranjam espacialmente (como por exemplo a grafite e o diamante). Os minerais variam na sua composição desde elementos químicos, em estado puro ou quase puro, e sais simples a silicatos complexos com milhares de formas conhecidas. Embora em sentido estrito o petróleo, o gás natural e outros compostos orgânicos formados em ambientes geológicos sejam minerais, geralmente a maioria dos compostos orgânicos é excluída. Também são excluídas as substâncias, mesmo que idênticas em composição e estrutura a algum mineral, produzidas pela actividade humana (como por exemplos os betões ou os diamantes artificiais). O estudo dos minerais constitui o objecto da mineralogia.
As vitaminas são compostos orgânicos, presentes nos alimentos, essenciais para o funcionamento normal do metabolismo, e em caso de falta pode levar a doenças. Não podem ser digeridas pelo ser humano, exceto em quantidades não suficientes. A disfunção de vitaminas no corpo é chamada de hipovitaminose ou avitaminose. O excesso pode trazer problemas, no caso das vitaminas lipossolúveis, de mais difícil eliminação, é chamado de hipervitaminose. Atualmente é reconhecido que os seres humanos necessitam de 13 vitaminas diferentes.
O nome vitamina foi criado pelo bioquímico polonês Casimir Funk em 1912, baseado na palavra latina vita (vida) e no sufixo -amina (aminas vitais ou aminas da vida). Foi usado inicialmente para descrever estas substâncias do grupo funcional amina, pois naquele tempo pensava-se que todas as vitaminas eram aminas. Apesar do erro, o nome se manteve. As vitaminas podem ser classificadas em dois grupos de acordo com sua solubilidade. Quando solúveis em gorduras, são agrupadas como vitaminas lipossolúveis e sua absorção é feita junto à da gordura, podendo acumular-se no organismo alcançando níveis tóxicos. São as vitaminas A, D, E e K. Já as vitaminas solúveis em água são chamadas de hidrossolúveis e consistem nas vitaminas presentes no complexo B e a vitamina C. Essas não são acumuladas em altas doses no organismo, sendo eliminada pela urina. Por isso se necessita de uma ingestão quase diária para a reposição dessas vitaminas. Algumas vitaminas do Complexo B podem ser encontradas como co-fatores de enzimas, desempenhando a função de coenzimas.
Apesar de precisarem ser consumidas em pequenas quantidades, se houver deficiência de algumas vitaminas, estas podem provocar doenças específicas, como: beribéri, escorbuto, raquitismo e xeroftalmia.
Muitas substâncias já foram consideradas essenciais aos seres humanos, mas com o tempo descobriu-se que não eram, embora possam ter mantido o nome "vitamina". As vitaminas atualmente consideradas essenciais aos humanos são as seguintes:
- Hidrossolúveis
- As vitaminas hidrossolúveis são absorvidas pelo intestino e transportadas pelo sistema circulatório para os tecidos em que serão utilizadas. Como o organismo não tem capacidade para as armazenar, o excesso desse tipo de vitaminas é secretado (principalmente na urina). Deste modo, as vitaminas hidrossolúveis necessitam de reposição diária. Sendo que a vitamina A é boa para a pele, e sua ação é diretamente ligada a catalização de quatro hemoglobinas do sangue para auxiliar na ventilação do corpo.
A glicose é o carboidrato mais importante da biologia, pois as células a utiliza como fonte de energia e ainda intermediária do metabolismo. Como é a maior fonte de energia, o organismo transforma todos os carboidratos dos alimentos ingeridos em glicose.
A quantidade de glicose no sangue altera todo o metabolismo. Essa varia de acordo com a quantidade de carboidratos consumidos e ainda depende de alguns fatores psicológicos e fisiológicos que ocorrem no decorrer do dia. A quantidade de glicose pode cair se a insulina for liberada pelo pâncreas ou injetada por medicamentos para diabetes, através de exercícios físicos, pela ingestão de álcool e nos períodos de menstruação. A glicose também pode aumentar se a alimentação for em grande quantidade baseada em carboidrato, através do estresse já que esse libera hormônios responsáveis pelo aumento da glicose, por doenças, gravidez, utilização de anticoncepcionais e outros.
Quando a glicose de uma pessoa está abaixo do normal podemos dizer que apresenta hipoglicemia, ou seja, baixo nível de açúcar no organismo. Esse quadro causa fraqueza, sudorese, desmaio e pode levar ao coma. Já a hiperglicemia é o nome dado quando o nível de glicose encontra-se acima do normal causando falta de energia no organismo, necessidade de urinar, cicatrização lenta, visão embaraçada, sede intensa, aumento do apetite e cansaço.
A glicose em nível normal além de proporcionar a quantidade de energia necessária ao organismo, também previne problemas renais, nervosos e oculares. A glicose pode retardar problemas como derrame, doenças cardíacas, problemas nas artérias e diabetes.
Doenças sexualmente transmissíveis (DSTS)
Doença sexualmente transmissível (ou DST) ou Infecção sexualmente transmissível (ou IST) é a designação pela qual é conhecida uma categoria de patologia antigamente conhecidas como doenças venéreas. São doenças infecciosas que se transmitem essencialmente (porém não de forma exclusiva) pelo contato sexual. O uso de preservativo (camisinha) tem sido considerado como a medida mais eficiente para prevenir a contaminação e impedir sua disseminação.
Vários tipos de agentes infecciosos (vírus, fungos, bactérias e parasitas) estão envolvidos na contaminação por DST, gerando diferentes manifestações, como feridas, corrimento, bolhas ou verrugas.
Algumas DST são de fácil tratamento e de rápida resolução quando tratadas corretamente. Outras são de tratamento difícil ou permanecem latentes, apesar da falsa sensação de melhora. As mulheres representam um grupo que deve receber especial atenção, uma vez que em diferentes casos de DST os sintomas levam tempo para tornarem-se perceptíveis ou confundem-se com as reações orgânicas comuns de seu organismo. Isso exige da mulher, em especial aquelas com vida sexual ativa, independente da idade, consultas periódicas ao serviço de saúde.
Certas DST, quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves como infertilidade, infecções neonatais, malformações congênitas, e aborto (no caso de gestantes), câncer e até a morte.
Alguns grupos, especialmente religiosos, afirmam que a castidade, a abstinência sexual e a fidelidade poderiam bastar para evitar a disseminação de tais doenças.
Existem pesquisas que afirmam que a contaminação de pessoas monogâmicas e não-fiéis portadoras de DST tem aumentado, em resultado da contaminação ocasional do companheiro(a), que pode contrair a doença em relações extra-conjugais. Todavia, as campanhas pelo uso do preservativo nem sempre conseguem reduzir a incidência de doenças sexualmente transmissíveis.
O ramo da medicina que estuda as DST é denominado no Brasil "Deessetologia". No passado, essa especialidade era conhecida como
venereologia, termo em desuso pois carrega em si muito preconceito, uma vez que no passado era sinônimo de atividade sexual com prostitutas.
Vários tipos de agentes infecciosos (vírus, fungos, bactérias e parasitas) estão envolvidos na contaminação por DST, gerando diferentes manifestações, como feridas, corrimento, bolhas ou verrugas.Algumas DST são de fácil tratamento e de rápida resolução quando tratadas corretamente. Outras são de tratamento difícil ou permanecem latentes, apesar da falsa sensação de melhora. As mulheres representam um grupo que deve receber especial atenção, uma vez que em diferentes casos de DST os sintomas levam tempo para tornarem-se perceptíveis ou confundem-se com as reações orgânicas comuns de seu organismo. Isso exige da mulher, em especial aquelas com vida sexual ativa, independente da idade, consultas periódicas ao serviço de saúde.
Certas DST, quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves como infertilidade, infecções neonatais, malformações congênitas, e aborto (no caso de gestantes), câncer e até a morte.
Alguns grupos, especialmente religiosos, afirmam que a castidade, a abstinência sexual e a fidelidade poderiam bastar para evitar a disseminação de tais doenças.
Existem pesquisas que afirmam que a contaminação de pessoas monogâmicas e não-fiéis portadoras de DST tem aumentado, em resultado da contaminação ocasional do companheiro(a), que pode contrair a doença em relações extra-conjugais. Todavia, as campanhas pelo uso do preservativo nem sempre conseguem reduzir a incidência de doenças sexualmente transmissíveis.
O ramo da medicina que estuda as DST é denominado no Brasil "Deessetologia". No passado, essa especialidade era conhecida como
venereologia, termo em desuso pois carrega em si muito preconceito, uma vez que no passado era sinônimo de atividade sexual com prostitutas.
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